quinta-feira, 30 de outubro de 2008
APRENDENDO BRINCANDO
http://criancas.uol.com.br/
Encontraremos neste "link" várias brincadeiras e jogos
para crianças e pré adolescentes!
É bem divertido e prende a atenção...que é o que pretendemos
no A.I.,afinal temos que usar o ambiente para educar!
Encontraremos neste "link" várias brincadeiras e jogos
para crianças e pré adolescentes!
É bem divertido e prende a atenção...que é o que pretendemos
no A.I.,afinal temos que usar o ambiente para educar!
quinta-feira, 23 de outubro de 2008
Encontrei este texto no end: http://lolonel.blogspot.com/2007/01/escola-de-ontem-escola-de-hoje.html
e achei o ponto de vista do autor muito interssante!
Leia...Este texto vai te fazer pensar!!!
Ao longo de mais de 20 anos de carreira sempre ouço (e, por vezes, sinto) saudosismo sobre a escola "do passado". Um batalhão de palavras acompanha a observação, sendo mais comuns : melhor, respeito, dignidade,aprender e ensinar, se eu não estiver enganado. Era, portanto, "uma escola melhor, onde havia mais respeito, os professores eram mais dignos, os alunos aprendiam mesmo e os professores sabiam ensinar".
É preciso, antes de mais nada, respeitar tal visão antes de argumentar para que ela seja matizada. E não é respeitar apenas retoricamente no sentido daquele famoso "eu respeito, mas..." e aí você desanca tudo aquilo que diz respeitar...
O que se deve argumentar, a meu ver, é sobre, antes de mais nada, a impropriedade da comparação : anacronismo. Depois, a generalização (tendemos quase sempre a entender que padrões - a tal "média" significam maioria, esquecendo a verdadeira força : as variações. Como já disse Huxley sobre o tema : “Meu dever é ensinar minhas aspirações a se ajustarem aos fatos e não tentar fazer com que os fatos se harmonizem com minhas aspirações.”. Se juntarmos isso a sempre útil advertência do historiador britânico Sir Moses I. Finley sobre a tendência de criarmos passados dourados, o mote está dado.
Quando generalizamos "a escola do passado" estamos criando uma abstração que não se sustenta : a variação é muito maior do que a média.
É preciso, ainda, levarmos em conta se falamos de campo ou cidade; cidade grande ou do interior e por aí vai...
O que talvez seja muito importante de sabermos (e há estudos sobre isso) é como a escola como instituição social foi perdendo sua importância (assim como a família) e talvez nem seja bom falarmos em perda, mas em desgaste e substituição.
Se é mesmo que existe uma crise de valores ela é social, tem a ver com a aceleração das relações capitalistas e talvez possa ser reduzida na sociedade e não somente na escola. A pergunta, cruel com o passado e mesmo com os argumentos que aqui apresento é : mas a escola do passado não formou o ser humano de hoje ? Como é que ela era melhor ?
e achei o ponto de vista do autor muito interssante!
Leia...Este texto vai te fazer pensar!!!
Ao longo de mais de 20 anos de carreira sempre ouço (e, por vezes, sinto) saudosismo sobre a escola "do passado". Um batalhão de palavras acompanha a observação, sendo mais comuns : melhor, respeito, dignidade,aprender e ensinar, se eu não estiver enganado. Era, portanto, "uma escola melhor, onde havia mais respeito, os professores eram mais dignos, os alunos aprendiam mesmo e os professores sabiam ensinar".
É preciso, antes de mais nada, respeitar tal visão antes de argumentar para que ela seja matizada. E não é respeitar apenas retoricamente no sentido daquele famoso "eu respeito, mas..." e aí você desanca tudo aquilo que diz respeitar...
O que se deve argumentar, a meu ver, é sobre, antes de mais nada, a impropriedade da comparação : anacronismo. Depois, a generalização (tendemos quase sempre a entender que padrões - a tal "média" significam maioria, esquecendo a verdadeira força : as variações. Como já disse Huxley sobre o tema : “Meu dever é ensinar minhas aspirações a se ajustarem aos fatos e não tentar fazer com que os fatos se harmonizem com minhas aspirações.”. Se juntarmos isso a sempre útil advertência do historiador britânico Sir Moses I. Finley sobre a tendência de criarmos passados dourados, o mote está dado.
Quando generalizamos "a escola do passado" estamos criando uma abstração que não se sustenta : a variação é muito maior do que a média.
É preciso, ainda, levarmos em conta se falamos de campo ou cidade; cidade grande ou do interior e por aí vai...
O que talvez seja muito importante de sabermos (e há estudos sobre isso) é como a escola como instituição social foi perdendo sua importância (assim como a família) e talvez nem seja bom falarmos em perda, mas em desgaste e substituição.
Se é mesmo que existe uma crise de valores ela é social, tem a ver com a aceleração das relações capitalistas e talvez possa ser reduzida na sociedade e não somente na escola. A pergunta, cruel com o passado e mesmo com os argumentos que aqui apresento é : mas a escola do passado não formou o ser humano de hoje ? Como é que ela era melhor ?
Incentivo Pedagógogico
Olá amigo(a)!
Estamos aqui na criação de um espaço para idéias, sugestões e experiências para um melhor dia a dia na escola, dentro da sala de aula e principalmente no A.I., algo que possa nos ajudar a conviver e melhorar cada dia mais nosso ambiente de trabalho!
Seja bem vindo!
Estamos aqui na criação de um espaço para idéias, sugestões e experiências para um melhor dia a dia na escola, dentro da sala de aula e principalmente no A.I., algo que possa nos ajudar a conviver e melhorar cada dia mais nosso ambiente de trabalho!
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